"Prótese tamanho X" não existe como escolha de prateleira — o volume ideal é resultado de um cálculo que cruza anatomia, tecido disponível e expectativa da paciente, não uma preferência isolada por um número de centímetros cúbicos.

O que entra nesse cálculo

  • Largura da base mamária, que limita o volume que cabe com naturalidade
  • Diâmetro do tórax e proporção com o restante do corpo
  • Quantidade de tecido mamário já existente
  • Elasticidade da pele
  • Objetivo estético relatado pela paciente na consulta

Na prática da consulta, o Dr. Alexandre apresenta a faixa de volumes que é segura e proporcional para aquela anatomia específica — e a decisão final é conversada dentro desses limites, nunca fora deles. Ir além do que a base mamária suporta compromete tanto a naturalidade do resultado quanto a saúde do tecido a longo prazo.

Esse é um dos motivos pelos quais provas de "simulação" genéricas, feitas sem avaliação anatômica, têm valor limitado — o corpo real impõe limites que uma simulação nem sempre reflete.